Florianópolis- Dicas práticas de como escolher a sua praia Parte 1: Praias do Norte

Floripa
Floripa

Pela contagem oficial, a ilha de Florianópolis apresenta 42 praias, espalhadas pelos 700km² do Município! Pela conta dos nativos, acho que passamos de 100! É praia para caramba! 🙂

Eu acredito que uma boa localização já meio caminho andado para gostar de qualquer cidade do mundo. E essa regra se aplica em especial ao caso de Floripa  (leia! :)) . Observando algumas dicas práticas, fica muito mais fácil escolher a sua praia.

Vamos a primeira dúvida clássica: Praias do Norte ou Praias do Sul?

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Floripa sua linda!! :) Dicas básicas de Florianópolis/Santa Catarina

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Foto: Bela Santa Catarina

Florianópolis, Floripa para os íntimos, não leva o apelido de “Ilha da Magia” a toa! A Capital do Estado de Santa Catarina reserva paisagens de encher os olhos e tem atração para todos os gostos: praia de água calminha, praia para o surf, praia de nudismo, dunas para a prática de sandboard, lagoa, cachoeira, trilhas, forte histórico, praia que vc chega de carro, praia que só chega a pé… enfim, tudo isso espalhado pelos quase 700 km2 de extensão do Município.

Para aproveitar todos os encantos que a ilha apresenta é fundamental ficar atento a algumas dicas práticas. Vamos a elas! 🙂 Continuar lendo “Floripa sua linda!! 🙂 Dicas básicas de Florianópolis/Santa Catarina”

Da série, viagem inesperada- À procura de neve Parte Final: Pousada Vale das Trutas e a neve!!!!

Seguindo a viagem pela Estrada do Rio das Antas, e já em São José dos Ausentes, e com o sol já indo embora, resolvemos pernoitar na Pousada Vale das Truta, que, como o nome sugere, fica em um Vale no caminho e onde vc pode pescar, comprar ou saborear trutas!!!! 🙂 🙂 🙂

Enfim, iríamos comer trutas!

Já havíamos estado na Pousada Vale das Trutas a alguns anos atrás. Depois disso ela ficou “famosinha”, já que o elenco de uma das novelas da Globo teria ficado hospedados por lá, durante gravações em São José dos Ausentes.

Pousada

A pousada é formada por várias cabaninhas e, na frente delas, ficam os tanques de trutas, onde você pode pescar, no melhor estilo pesca e pague. Lembro que da última vez que estivemos por lá, eu “alimentei” alguns peixes com as minhas iscas, já que pescar que é bom mesmo não consegui as criancinhas estavam conseguindo!… pelo menos deixei os peixes mais fortes e gordos para os demais! Mas a minha frustração de pescadora é porque sou péssima mesmo, porque os tanques são bem cheios e estava todo mundo conseguindo.

Dessa vez, chegamos já ao anoitecer e o frio desencorajou a equipe de pescadores de supermercado.

A hospedagem nas cabanas custou R$ 75.00 por pessoa (éramos quatro) e, sinceramente, a hospedagem deixou muito a desejar! 😦

Confesso que não me lembro de, na última vez que estivemos por lá, ter sido ruim (tanto que voltamos), mas acho que não estava frio, ou as coisas mudaram e a estrutura piorou, ou eu fiquei mais exigente, ou uma mistura de todas as coisas! 🙂

Mas vamos aos fatos:

As cabanas são feitas de madeira (ok) que. ao que tudo indica, não tem nenhuma proteção específica para o frio. No frio de São José dos Ausentes (às vezes as temperaturas chegam perto de zero inclusive na primavera!), isso significa que o ambiente fica bastante gelado. Somasse a isso as aberturas que não são bem vedadas (sim, entra vento) e pronto! Para os menos acostumados ao frio e até para os acostumados, se torna uma geladeira muito desagradável.

A cabana é formada por dois quartos: num está uma cama de casal e no outro duas de solteiro. Há uma cozinha pequena, junto à sala, com lareira e um banheiro, além da “sacadinha” aberta na frente da cabana.

O mobiliário do quarto de solteiro (o nosso), que é bem simples (até aí tudo bem), está BEM desleixado, com muitas “pichações” na madeira de hospedes mal educados, o que não ajuda no cenário.

O banheiro, que é um item que eu prezo MUITO, também deixou a desejar. Para começar é um banheiro pequeno, com louça escura e privada daquelas de puxar a cordinha (ok, isso é loucura da minha cabeça hehehehe).  Mas quanto aos aspectos práticos, a pia do banheiro não tem água quente! Só se você for a São José dos Ausentes no Inverno saberá o que isso significa… o chuveiro confesso que eu não entendi, pois tem a possibilidade de elétrico e a gás, tudo junto no mesmo box pequenininho…por medo do frio, a galera matou o banho da noite, então vou ficar devendo a experiência na prática.

A cozinha/sala: A cozinha é pequenininha mas relativamente equipada, mas não cozinhamos então tb vou ficar devendo essa experiência prática. A única coisa que senti falta foi de taças para vinho, mas consegui emprestado no restaurante do Hotel. O fogão estava problemático e apagava sozinho, permanecendo o gás ligado e vazando… então já viu né: fogão problemático mais cabana de madeira…  A sala tem um lareira, a geladeira, uma mesinha com quatro cadeiras de madeira e uma tv pequena, que passa dois canais com imagem má o menos, Globo e SBT.

Acomodações

A lareira: Bem, vc pode dizer, “ok, a cabana não tem proteção para o frio, mas tem lareira!” Seria uma maravilha, se não fosse pelo fato de que lareira é mal projetada (de alvenaria, muito baixa e com o “bojo” para fora da cabana), sendo que o calor acaba se perdendo e a cabana não fica tão quente quanto poderia. Antes a lareira era de ferro e ficava inteiramente para dentro da cabana, o que ajudava no aquecimento, agora é essa para fora… Além disso, a lenha é cobrada a parte, R$ 10,00 por pacote, o que, no mínimo, é antipático.

Em minha defesa e da minha chatice, tenho para dizer que no café da manhã encontramos uma família que estava indo embora da pousada no primeiro dia, muito embora tenha reservado por mais tempo, porque não tinha aguentado o frio e a falta de estrutura do local…

E em defesa da pousada, o restaurante, que é terceirizado, é bom, então vale parar para o almoço ou jantar (mediante reserva), já que as porções são bem servidas e a truta, como não poderia deixar de ser, é fresquinha e deliciosa. Na janta, a truta saiu por R$ 20,00 cada (frita, grelhada ou defumada), acompanhada de arroz, salada e batata.

E o mais importante de tudo, foi lá que vimos neve!!!

Sim, minha gente, às 07 da manhã fomos acordados por turista felizes da vida gritando “neve” “neve” neve”…e não foi pouca coisa! Olha a  “nevasca” de colocar o Canadá no chinelo exagero! hehehehehe

Cai neve!!!
Cai neve!!!
Com direito a Boneco de neve!!!
Com direito a Boneco de neve!!!
Juntinho na neve!!!
Juntinho na neve!!!

No final das contas, só nevou significativamente em São José dos Ausentes, o que fez valer a pena a nossa estadia na pousada.  Depois da neve, a temperatura baixou bastante e abriu um dia liiiindo apesar de gelado. Neve agora, só ano que vem! 🙂

Bem agradável na praça de Cambará do Sul
Bem agradável na praça de Cambará do Sul

Da série, viagem inesperada- À procura de neve Parte 1: Urubici em Santa Catarina!!!!!

Esse final de semana resolvemos ir a Florianópolis para a formatura de um primo do Dé. Também já aproveitei para resolver umas questõezinhas do casório, mas isso é assunto para outro post!

Chegamos à Santa Catarina na quinta-feira, abaixo de um calor de 28 graus, em pleno mês de Julho! E eu lá deprimida porque não tinha levado um shortinho na mala…

Pois bem, na sexta-feira o tempo começou a mudar, de noite já começou a chuva e no sábado já estava um friozinho bom… Nada que desanimasse a churrascada de formatura, que estava ótima e foi em Santo Antônio de Lisboa, um bairro lindo em Florianópolis.

Quando foi domingo o frio persistia e eis que veio a notícia da forte possibilidade de neve nas Serras Gaúcha e Catarinense. Os meteorologistas estavam falando em 90% de chance de neve, mas sabe como são os meteorologistas…

Como bons brasileiros que adoram uma neve em solo nacional, decidimos retornar à Porto Alegre passando por São Joaquim, nas esperança de ver a bendita neve.

Saindo de Florianópolis optamos por pegar a estrada que passa pela cidade de Santo Amaro da Imperatriz, que é famosa por suas águas termais… Como estávamos apertados no tempo , nossa parada para almoço foi em Urubici, cidade a uns 170 kilômetros de Florianópolis,  já no alto da Serra Catarinense.

A cidade de Urubici em si não tem muitas atrações e está muito longe das opções turísticas e gastronômicas de outras cidades turísticas invernais, como Gramado e Canela. Acho que os atrativos maiores do Município ficam nos Hotéis Fazenda da região, fora da cidade.

Aliás, a região de Urubici reserva paisagens lindas, como a famosa Pedra Furada, que pode ser avistada do Morro da Igreja, um dos pontos mais altos de Santa Catarina:

A Pedra Furada, ao vivo, eu nunca vi, porque quando estive lá na última vez a Pedra Furada estava assim:

Eu e a Pedra Furada ao fundo... :) (Foto de 2006)
Eu e a Pedra Furada ao fundo… 🙂 (Foto de 2006)

Mas todos garantem que ela é como na primeira foto! 🙂

A Cachoeira do Avencal também fica no caminho para São Joaquim

A cachoeira!! :)
A cachoeira!! 🙂

Na hora do almoço tentamos achar um restaurante para comer um truta, peixe de água fria, típico da região que é uma delícia!

Mas  não fomos felizes na tentativa. As únicas opções que localizamos, fora as churrascarias do caminho, foram dois restaurantes de comida a Quilo. Como já era quase 14h30min da tarde, foi na comida a quilo mesmo, comida honesta mas não era uma truta… Aliás, nós entramos no restaurante e eles fecharam as portas, encerrando o expediente! 😛

O restaurante escolhido foi o Zeca’s Bar, que serve truta na chapa, mas só de noite… O restaurante fica na Av. Adolfo Konder, que é a principal Rua da cidade, no n. 522. A comida caseira estava vem gostosa. Como chegamos no final do expediente a reposição dos alimentos no buffet ficou devendo, mas no custo-benefício foi aprovado. Gastamos entorno de 16 reais por pessoa, sem bebida.

(Vou ficar devendo a foto do restaurante…já disse que sou péssima fotógrafa?! 😛 )

A outra opção de almoço à quilo fica na mesma avenida é oferecida pelo Urubici Park Hotel e o local estava bem movimentado.

Ao que tudo indica, o forte da cidade está no turismo rural, nos diversos Hotéis Fazenda e pousadas que passamos no caminho.

Logo na saída de Urubici, na estrada em direção a São Joaquim, é possível apreciar algumas inscrições rupestres entalhadas na Rocha, bem como apreciar a cidade de um mirante do alto do morro.

Como nosso destino final era o Rio Grande do Sul e estávamos com pressa, dessa vez não paramos nessas funções turistóides e  de Urubuci rumamos  para São Joaquim, cidade ainda no estado de Santa Catarina, conhecida pela plantação de maçãs e pela neve!!! 🙂 🙂 🙂